APB recebe cabeleireira para Oficina de Tranças no Mês da Consciência Negra


Quando uma mulher negra faz tranças no cabelo, isto tem um significado que vai além da estética: ela reafirma a sua identidade, expressa autoestima e faz um resgate das raízes da cultura afro, uma vez que essa é uma tradição que passa por gerações.

Foi com a intenção de estimular essa consciência entre as meninas atendidas pelos projetos do Espaço Cultural Quilombo, no Itapoã, que a Associação Positiva de Brasília (APB) convidou a cabeleireira afro Fernanda Frota para ministrar uma Oficina de Tranças. A atividade ocorreu na última terça, 21 dentro das atividades da programação pelo Novembro Negro e para comemorar o Dia da Consciência Negra.

Ainda naquela data, também foi realizada uma oficina de turbante e de pinturas tribais africanas.

Fernanda foi convidada pela assistente social da APB, Marinalva Silva, e prontamente aceitou, sem cobrar nada. “Ouvi falar do projeto, achei super interessante e sugeri um dia para fazermos essa oficina. Foi uma experiência ímpar realizar isso em pleno Dia da Consciência Negra; eu saí com a energia renovada. É muito bom fazer isso por prazer. Estou pronta para voltar em outra ocasião”, disse.